• Dora de Almeida Prado

Setbacks and limitations – what beautiful lessons they teach us.

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Setbacks and limitations – what beautiful lessons they teach us. There was a stretch of Camino to teach me about it, too.

My body is not a machine. I cannot endure for more than 28km a day. When it is a steep walk, even less than that. My feet hurt, I get hungry and cranky. Carrying a rucksack is very damaging for my right shoulder specifically. It’s extremely hot. I must stop. I need a bit of privacy; dormitories are not helping me relax and recharge. I will not have reached Santiago de Compostela by the final date like this.

I used to get mad at my body for being achy, tired, weak. I wasn’t very kind to myself on my thoughts.

I was very frustrated with the setbacks and fearful that I was doing something wrong.

The beauty of a pilgrimage is that there is nothing else you need to do, just that. Nowhere else you need to be, no one else you need to tend to, get in touch with or please. So, you become very aware of yourself, your thoughts, your sensations, your feelings.

And that’s when I started to accept who I am.

All of it, my limitations, my boundaries, my expectations and frustrations.

I started to accept that I needed help and was going to send my backpack forward when I needed; that I needed to reroute and cut a piece of the way by bus.

That sometimes I did need a night in a nicer accommodation, on my own, with ensuite, real beddings and towels.

There is nothing shameful about any of that.

That’s when the magic happened: I wasn’t mad at myself anymore. I was in peace to enjoy the walk.

I apply this learning to my everyday life now.

What about you, how do you deal with setbacks and limitations?

=== Port

Contratempos e limitações - que belas lições nos ensinam.

Houve um trecho do Camino para me ensinar sobre isso também.

Meu corpo não é uma máquina. Não consigo suportar mais de 28km por dia. Quando é uma caminhada íngreme, menos ainda. Meus pés doem, fico com fome e irritadiça. Meu ombro direito sofre por carregar a mochila. Está extremamente quente. Não aguento mais. Preciso de um pouco de privacidade; os dormitórios não me ajudam a relaxar e recarregar as baterias. Dessa forma não terei chegado a Santiago de Compostela na data final.

Eu costumava ficar com raiva do meu corpo por estar dolorido, cansado, fraco. Não fui muito gentil comigo mesma em meus pensamentos.

Fiquei muito frustrada com os contratempos e com medo de estar fazendo a coisa errada.

A beleza de uma peregrinação é que não há mais nada que você precise fazer, apenas isso. Não precisa estar em nenhum outro lugar, ninguém mais para cuidar, entrar em contato ou agradar. É então que você se torna muito consciente de si mesmo, seus pensamentos, suas sensações, seus sentimentos.

E foi aí que comecei a aceitar quem eu sou.

Todo meu ser, minhas limitações, meus limites, minhas expectativas e frustrações.

Comecei a aceitar que precisava de ajuda e que enviaria minha mochila adiante quando necessário; que eu precisava repensar a rota e cortar um pedaço do caminho de ônibus.

Aceitei que às vezes eu precisava de uma noite em uma acomodação melhor, sozinha, com banheiro, roupas de cama de verdade e toalhas.

Não há nada de vergonhoso nisso.

Foi quando a mágica aconteceu: eu não estava mais com raiva de mim mesma. Fiquei em paz para aproveitar a caminhada.

E a partir de então venho aplicando esse aprendizado em minha vida cotidiana.

E você, como lida com contratempos e limitações?

== Esp

Retrocesos y limitaciones: qué hermosas lecciones nos enseñan.

Hubo un tramo de Camino para enseñarme sobre eso también.

Mi cuerpo no es una máquina. No puedo recorrer más de 28 km al día. Cuando es una caminata empinada, aún menos. Me duelen los pies, tengo hambre e irritabilidad. Mi hombro derecho sufre por llevar la mochila. Hace mucho calor. No puedo soportar. Necesito un poco de privacidad; los dormitorios no me ayudan a relajarme ni a recargar las pilas. De esa forma no habré llegado a Santiago de Compostela en la fecha final.

Solía ​​enojarme con mi cuerpo por estar adolorido, cansado, débil. No fui muy amable conmigo mismo en mis pensamientos.

Estaba muy frustrada con los contratiempos y temía estar haciendo algo malo.

La belleza de una peregrinación es que no hay nada más que deba hacer, solo eso. No necesitas estar en ningún otro lugar, nadie más a quien le importe, a ponte en contacto o por agradar. Es cuando te vuelves muy consciente de ti mismo, tus pensamientos, tus sensaciones, tus sentimientos.

Y fue entonces cuando comencé a aceptar quién soy.

Todo mi ser, mis limitaciones, mis límites, mis expectativas y frustraciones.

Empecé a aceptar que necesitaba ayuda y que enviaría mi mochila cuando fuera necesario; que necesitaba repensar la ruta y cortar un trozo de la ruta en autobús.

Acepté que a veces necesitaba una noche en un alojamiento mejor, sola, con baño privado, ropa de cama y toallas de verdad.

No hay nada de vergonzoso en escuchar a tu cuerpo y atenderlo.

Fue entonces cuando me pasó la magia: ya no estaba enojada conmigo misma. Estaba en paz para disfrutar del paseo.

Y desde entonces he estado aplicando este aprendizaje a mi vida diaria.

Y tú, ¿Cómo afrontas los contratiempos y las limitaciones en la vida?


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