En/ Port / Esp

Setbacks and limitations – what beautiful lessons they teach us. There was a stretch of Camino to teach me about it, too.

My body is not a machine. I cannot endure for more than 28km a day. When it is a steep walk, even less than that. My feet hurt, I get hungry and cranky. Carrying a rucksack is very damaging for my right shoulder specifically. It’s extremely hot. I must stop. I need a bit of privacy; dormitories are not helping me relax and recharge. I will not have reached Santiago de Compostela by the final date like this.

I used to get mad at my body for being achy, tired, weak. I wasn’t very kind to myself on my thoughts.

I was very frustrated with the setbacks and fearful that I was doing something wrong.

The beauty of a pilgrimage is that there is nothing else you need to do, just that. Nowhere else you need to be, no one else you need to tend to, get in touch with or please. So, you become very aware of yourself, your thoughts, your sensations, your feelings.

And that’s when I started to accept who I am.

All of it, my limitations, my boundaries, my expectations and frustrations.

I started to accept that I needed help and was going to send my backpack forward when I needed; that I needed to reroute and cut a piece of the way by bus.

That sometimes I did need a night in a nicer accommodation, on my own, with ensuite, real beddings and towels.

There is nothing shameful about any of that.

That’s when the magic happened: I wasn’t mad at myself anymore. I was in peace to enjoy the walk.

I apply this learning to my everyday life now.

What about you, how do you deal with setbacks and limitations?

=== Port

Contratempos e limitações - que belas lições nos ensinam.

Houve um trecho do Camino para me ensinar sobre isso também.

Meu corpo não é uma máquina. Não consigo suportar mais de 28km por dia. Quando é uma caminhada íngreme, menos ainda. Meus pés doem, fico com fome e irritadiça. Meu ombro direito sofre por carregar a mochila. Está extremamente quente. Não aguento mais. Preciso de um pouco de privacidade; os dormitórios não me ajudam a relaxar e recarregar as baterias. Dessa forma não terei chegado a Santiago de Compostela na data final.

Eu costumava ficar com raiva do meu corpo por estar dolorido, cansado, fraco. Não fui muito gentil comigo mesma em meus pensamentos.

Fiquei muito frustrada com os contratempos e com medo de estar fazendo a coisa errada.

A beleza de uma peregrinação é que não há mais nada que você precise fazer, apenas isso. Não precisa estar em nenhum outro lugar, ninguém mais para cuidar, entrar em contato ou agradar. É então que você se torna muito consciente de si mesmo, seus pensamentos, suas sensações, seus sentimentos.

E foi aí que comecei a aceitar quem eu sou.

Todo meu ser, minhas limitações, meus limites, minhas expectativas e frustrações.

Comecei a aceitar que precisava de ajuda e que enviaria minha mochila adiante quando necessário; que eu precisava repensar a rota e cortar um pedaço do caminho de ônibus.

Aceitei que às vezes eu precisava de uma noite em uma acomodação melhor, sozinha, com banheiro, roupas de cama de verdade e toalhas.

Não há nada de vergonhoso nisso.

Foi quando a mágica aconteceu: eu não estava mais com raiva de mim mesma. Fiquei em paz para aproveitar a caminhada.

E a partir de então venho aplicando esse aprendizado em minha vida cotidiana.

E você, como lida com contratempos e limitações?

== Esp

Retrocesos y limitaciones: qué hermosas lecciones nos enseñan.

Hubo un tramo de Camino para enseñarme sobre eso también.

Mi cuerpo no es una máquina. No puedo recorrer más de 28 km al día. Cuando es una caminata empinada, aún menos. Me duelen los pies, tengo hambre e irritabilidad. Mi hombro derecho sufre por llevar la mochila. Hace mucho calor. No puedo soportar. Necesito un poco de privacidad; los dormitorios no me ayudan a relajarme ni a recargar las pilas. De esa forma no habré llegado a Santiago de Compostela en la fecha final.

Solía ​​enojarme con mi cuerpo por estar adolorido, cansado, débil. No fui muy amable conmigo mismo en mis pensamientos.

Estaba muy frustrada con los contratiempos y temía estar haciendo algo malo.

La belleza de una peregrinación es que no hay nada más que deba hacer, solo eso. No necesitas estar en ningún otro lugar, nadie más a quien le importe, a ponte en contacto o por agradar. Es cuando te vuelves muy consciente de ti mismo, tus pensamientos, tus sensaciones, tus sentimientos.

Y fue entonces cuando comencé a aceptar quién soy.

Todo mi ser, mis limitaciones, mis límites, mis expectativas y frustraciones.

Empecé a aceptar que necesitaba ayuda y que enviaría mi mochila cuando fuera necesario; que necesitaba repensar la ruta y cortar un trozo de la ruta en autobús.

Acepté que a veces necesitaba una noche en un alojamiento mejor, sola, con baño privado, ropa de cama y toallas de verdad.

No hay nada de vergonzoso en escuchar a tu cuerpo y atenderlo.

Fue entonces cuando me pasó la magia: ya no estaba enojada conmigo misma. Estaba en paz para disfrutar del paseo.

Y desde entonces he estado aplicando este aprendizaje a mi vida diaria.

Y tú, ¿Cómo afrontas los contratiempos y las limitaciones en la vida?


#emotionalhealth#awareness#selfawareness#counsiousness#awakening#enlighten#personalgrowth#selfimprovement#spiritualdevelopment#insights#caminodesantiago#buencamino

  • Dora de Almeida Prado

Port/Esp / En

"Walk Relaxed, not Stiff" / "Caminha relaxada, não rígida"


“Camina Relajada, ¡no dura!”

(Caminha relaxada, não rígida!)

Foi o mago do Caminho quem me alertou.

A dor vem da dureza,

E o que é flexível não se quebra facilmente.

Andar contra a ventania

Requer mais força

Nadar a favor da maré

Descansa e renova.

Num dia de caminhada, quando meus joelhos doíam, parei à sombra da tenda do mago e tirei as botas por um instante.

Ao se aproximar de mim com um perfumado café, apontou para minha joelheira e perguntou “tem dor no joelho?”, respondi que sim, e também no quadril.

“¿Crees en la magia del Camino?” ¡Sí! “¿Y te fías de mí?” (confía em mim?) Pues…¡Sí!

Sentando-se à minha frente, pede que tire a joelheira, relaxe “Mirame en los ojos e relajate. Relajate.”

Olho através de seus óculos no fundo dos olhos verdes. Ele pega minhas mãos, sente meu pulso. Coloca as mãos na minha cabeça, com os polegares fecha meus olhos, depois pressiona minhas têmporas “Relajate” – gira minha cabeça para um lado e para o outro. “Despiertate, ¡Despiertate!” abro os olhos e ele me manda calçar as botas e caminhar “Camina relajada, no dura!”.

Fui sentindo meu corpo, relaxando onde antes tensionava – e a dor se havia ido.

Na metáfora da vida, foi quando me dei conta que a necessidade de ser correta, justa e boa, também me torna rígida. E controlar o incontrolável só traz resistência, dor e dificuldades.

É na entrega – uma entrega atenta e consciente, porém entregue; aceitando o que é e o que pode vir - que as coisas acontecem da melhor forma.

A entrega é um ato de fé aliada a esperança.

Quando se confia em uma força maior, uma força invisível, que faz com que as coisas se encaixem e aconteçam da melhor forma e na hora certa, deixamos de controlar tanto e aceitamos que nem sempre sabemos o que é o melhor que pode nos acontecer.

Podemos olhar a questão pelo lado da razão também, e ver que controle reflete uma resistência ao desconhecido, um medo muitas vezes inconsciente e gera necessariamente rejeição a ideias, caminhos, experiências e tantas outras coisas maravilhosas que o acaso pode nos presentear. Mas quem quer falar de razão quando pode sentir e se emocionar?

“¡Relajate, Camina relajata!” E acredite na magia da vida, essa foi minha linda lição neste trecho do Caminho.

Quero saber de vocês – a vida acontece de forma mais prazerosa quando estão no controle de cada curva dela, ou quando se entregam a ela?

-------- Español

"Camina Relajada, ¡no dura!"

Fue el mago del Camino quien me alertó.

El dolor viene de la dureza

Y lo flexible no se rompe fácilmente.

Caminar contra el viento

Requiere más fuerza

Nadar con la marea

Descansa y te hace renovado.

En un día de caminata, cuando me dolían las rodillas, me detuve a la sombra de la tienda del mago y me quité las botas por un momento.

Cuando se me acercó con un café aromático, me señaló la rodillera y me preguntó: “¿Tiene dolor de rodilla?”, Le dije que sí, y también en la cadera.

"¿Crees en la magia del Camino?" ¡Si! "¿Y te fías de mí?" Pues… ¡Sí!

Colocándose frente a mí, me pidió que me quitara la rodillera y me relajase “Mírame en los ojos y relájate. Relájate. " Miro a través de sus lentes profundamente en sus ojos verdes. Entonces toma mis manos, siente mi pulso. Pon sus manos sobre mi cabeza, con los pulgares cierra mis ojos, luego presiona mis sienes "Relájate" - gira mi cabeza de un lado a otro. "Despiértate, ¡Despiértate!" Abro los ojos y me dice que me ponga las botas y camine

“Camina relajada, ¡no dura!”.

Sentía mi cuerpo, relajándome donde solía tensarme, y el dolor se había ido.

En la metáfora de la vida, ahí fue cuando me di cuenta de que la necesidad de ser correcto, justo y bueno, también nos pone rígido. Y controlar lo incontrolable solo trae resistencias, dolores y dificultades.

Es en la entrega - una entrega atenta y consciente, pero entregada; en aceptar lo que es y lo que puede venir - que las cosas pueden suceder de la mejor manera.

La entrega es un acto de fe mezclado a la esperanza.

Cuando confiamos en una fuerza mayor, una fuerza invisible, que hace con que las cosas encajen y sucedan de la mejor manera y en el momento adecuado, entonces dejamos de controlar tanto y aceptamos que ni siempre sabemos qué es lo mejor que nos puede pasar.

También podemos mirar el tema desde la razón, y ver que el control refleja una resistencia a lo desconocido, un miedo a menudo inconsciente y que necesariamente genera un rechazo de ideas, caminos, experiencias y tantas otras cosas maravillosas que el azar puede presentarnos. Pero, ¿quién quiere hablar de la razón cuando se puede sentir y conmoverse?

"¡Relájate, Camina, relájate!" Y creer en la magia de la vida, esa fue mi hermosa lección en esta parte del Camino.

Quiero saber sobre ti: ¿la vida es más placentera cuando controlas cada curva de ella o cuando te rindes a ella?

-------------- English:

“Camina Relajada, ¡no dura!”

(Walk relaxed, not stiff!)

It was the wizard of the Camino who told me.

Pain comes from stiffness

That which is flexible will not be easily broken

To walk against the wind

Requires much more strength

To swim with the tide

Allows for rest and renewal

During a hiking day, when my knees were particularly sore, I stopped by the shade of the wizard's tent and took my boots off for a moment.

As he approached me with a fragrant coffee, he pointed at my knee brace and asked, “Does your knee hurt?”, I said yes, and also in my hip, to be honest.

"Do you believe in the magic of the Camino?" Yes, I said. "Do you trust me?" Well… I do!

Placing himself seated in front of me, he asks me to remove the knee brace, relax “Look into my eyes and relax. Relax.”

I stared through his glasses deep into his green eyes.

He then takes my hands, feels my pulse. Rests his hands on my head, with his thumbs he closes my eyes, then pressess my temples "Relax" - turns my head to one side, then to the other. “Wake-up, Wake-up!” I open my eyes and he tells me to put on my boots and walk “Walk relaxed, not stiff!”.

I started feeling my whole body, relaxing where there was tension - and the pain was really gone.

In the metaphor of life, that's when I realized that the need to be correct, just and good, also makes us rigid. And that controlling the uncontrollable only brings resistance, pain and difficulties.

It is by surrendering - an attentive and conscious surrender, but completely surrendered; and accepting what is and what can come - that things happen in the best way.

To surrender is an act of faith coupled with hope.

When we trust on a greater force, an invisible one, that makes things fall into place and happen in the best way, at the right time for us, that´s when we stop controlling so much and accept that we don't always know what is the best that can happen to us.

We can look at this issue from the standpoint of reason as well, and see that being controlling will always reflect resistance to the unknown, often unconscious, and it no doubt generates a rejection of ideas, paths, experiences and so many other wonderful things that chance can gift us with.

But who wants to talk about reason when one can feel and be moved by it?

“Relax, walk relaxed!” And believe in the magic of life. That was my beautiful lesson in this part of the Camino de Santiago de Compostela.

I would love to hear from you - does life happen more pleasurably when you are in control of every curve of it, or when you surrender to it?


#emotionalhealth#awareness#selfawareness#counsiousness#awakening#enlighten#personalgrowth#selfimprovement#spiritualdevelopment#insights#caminodesantiago#buencamino

  • Dora de Almeida Prado

Eng/ Port / Esp


The thing about a pilgrimage is that it is very personal to each one doing it. As I was walking Camino de Santiago de Compostela, I learned that “there is not A Camino, but YOUR Camino” – and for me, it was a perfect metaphor of life.

As I hiked, I experienced challenges and little miracles, just as it happens along our lives, except in a more intensive and condensed way. Obstacles, joy, sadness, tiredness.

All those experiences have taught me valuable lessons.

The first lesson I learned was to remember to keep checking in with my(inner)self, and reassess if what I am doing is really what I need at that precise moment - or am I reacting to my fears – or responding to external expectations?

One thing I need to tell you is that, for as long I can remember, I had this dream of walking the Camino, and always thought I was going to do it together with someone, but when the Camino called me it was to do it alone. I was to be a journey inside.

When I started making friends, I felt guilty and feared that if I wasn’t introspective, the journey wouldn’t change me. At the same time, the spirit of group work and community that permeates the whole experience got to me and for the first few days, I was so grateful to meet so many incredible people and feel the kindness and unconditional love offered at every corner.

But by the end of the first week, I was overwhelmed and exhausted and had my confusion reflected back at me by the words of a masseur, making me realize that I was walking in the rhythm of the group and not listening to my body nor respecting my limitations. He helped me understand that I had gotten lost within the collective, forgetting about my own needs and priorities.

To cut a long story short, I reconnected with myself, stayed one day longer at that village to let my friends go and reset my rhythm, more aware of the experience.

I continued the journey separate from the group, but I was in no way alone.

There will always be interesting people with whom to share the walk, whenever it pleases you.

This is a constant exercise, my friends. We are after all social animals.

I am a person who appreciates connections and prioritizes the quality of those connections with others.

I try constantly not to get too immersed and lose track of my own individuality.

Lesson learned and exercise repeated regularly.

What about you? I’d love to hear you - Which tools do you use to identify if you’re being led by your real needs, by your fears or by external expectations?? Leave comments or send me a message, let’s make it a conversation.

=== Português:

Fato interessante de uma peregrinação é que é algo muito pessoal para cada pessoa que o faz – e a cada vez que se refaz. Durante o meu Caminho de Santiago de Compostela, aprendi que “não há UM caminho, mas o SEU caminho” – e para mim foi uma perfeita metáfora da vida.

À medida que caminhava experimentava desafios e pequenos milagres, da mesma forma que acontece ao longo da vida, porém de uma forma intensiva e condensada. Obstáculos, alegrias, tristezas, cansaço.

Essas experiências me ensinaram coisas muito valiosas e que no dia a dia não podia enxergar.

A primeira lição que aprendi foi lembrar de olhar para dentro e avaliar se o que estou fazendo é realmente o que preciso naquele momento, ou será que estou reagindo aos meus medos - ou respondendo às expectativas alheias?

Preciso contar aqui que, desde que me lembro, tive esse sonho de fazer o Caminho, e sempre quis fazer isso junto com alguém, mas quando o Caminho me chamou foi para fazer uma caminhada solo. Seria uma jornada ao meu “eu interior”.

No início da peregrinação, quando comecei a fazer amigos me senti culpada e temia que, se eu não tomasse uma postura introspectiva, a caminhada não me mudaria. Ao mesmo tempo, o espírito de trabalho em grupo e comunidade que permeia toda a experiência me pegou, e na primeira semana fiquei encantada em conhecer tantas pessoas incríveis e sentir a bondade e o amor incondicional oferecidos em cada momento.

Mas no final da primeira semana eu estava exausta e com as emoções à flor da pele. Foi quando tive minha confusão de sentimentos refletida de volta para mim pelas palavras de um massagista, o que me fez perceber que eu estava caminhando no ritmo do grupo e parei de escutar ao meu corpo nem respeitar minhas limitações. Naquele momento, ele me ajudou a entender que eu havia me perdido no coletivo, esquecido de minhas próprias necessidades e prioridades.

Para encurtar a história, eu me reconectei comigo mesma, fiquei mais um dia naquela aldeia para deixar meus amigos irem e retomar meu ritmo, mais consciente da experiência.

Segui o caminho sem o grupo que havia formado, mas não estive sozinha. Sempre que tenha vontade, há alguém com quem compartilhar a caminhada.

Este é um exercício constante, meus amigos. Afinal, somos animais sociais.

Eu sou uma pessoa que anseia e prioriza conexões - e qualidade nas conexões - com os outros.

Tento constantemente não ficar muito imersa e perder o contato com a minha própria individualidade. Lição aprendida e repetida regularmente.

E você? Eu adoraria te ouvir – Quais suas ferramentas para identificar se o que te guia são suas necessidades reais, seus medos ou expectativas externas? Deixe comentários ou envie mensagens, vamos fazer disso uma conversa.

=== Español:

Un dato interesante de una peregrinación es que, al realizarlo, se convierte en algo muy personal. Durante mi Camino de Santiago de Compostela, aprendí que “no hay UN camino, sino TU camino”, y para mí el Camino fue una metáfora perfecta de la vida.

Mientras caminaba experimenté desafíos y pequeños milagros, así como se pasa a lo largo de la vida, pero de forma intensiva y condensada. Obstáculos, alegrías, tristezas, cansancio.

Esas experiencias me enseñaran cosas muy valiosas.

La primera lección que aprendí ha sido acordarme a mirar adentro y evaluar si lo que estoy haciendo es realmente lo que necesito en ese momento, o si estoy reaccionando a mis miedos - ¿O quizás respondiendo a expectativas ajenas?

Tengo que aclarar que, desde siempre, tenía este sueño de hacer el Camino, y siempre quise hacerlo junto a alguien, pero cuando el Camino me llamó era para caminar sola, hacer un viaje a mi "yo interior".

Al comienzo de la peregrinación, cuando empecé a hacer amigos, me sentía culpable y temía que, si no tomaba una postura introspectiva, la peregrinación no me cambiaría. Al mismo tiempo, me encantó el espíritu de trabajo en grupo y comunidad que impregna toda la experiencia, y en la primera semana estuve contenta de conocer a tanta gente increíble y sentir la bondad y el amor incondicional que se ofrece en cada rincón.

Pero al final de la primera semana estaba agotada – física y emocionalmente. Fue entonces cuando tuve reflejada para mi toda esa confusión de pensamientos y sentimientos en las palabras de una masajista, lo que me hizo darme cuenta de que caminaba al ritmo del grupo y había dejado de escuchar a mi cuerpo y respetar mis limitaciones. Lo que pasó fue que me ayudó a comprender que me había perdido en el colectivo, olvidándome de mis propias necesidades y prioridades.

Para resumir, me reconecté conmigo misma, me quedé un día más en ese pueblo para dejar ir a mis amigos y retomar mi ritmo, más consciente de la experiencia.

Seguí el camino sin el grupo, pero no estaba solo.

Siempre que te apetezca, hay alguien con quien compartir el paseo.

Este es un ejercicio constante, amigos. Al final de cuentas, somos animales sociales.

Soy una persona que anhela y prioriza las conexiones - y la calidad de las conexiones - con los demás. Constantemente trato de no sumergirme demasiado y perder el contacto con mi propia individualidad. Lección aprendida, ejercicio repetido regularmente.

¿Y tú? ¿Qué herramientas utilizas para identificar si estás siendo guiado por tus necesidades reales, por tus miedos o por expectativas externas? Dejen comentarios o envíen mensajes, hagamos de esto una conversación.

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